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MotoRadio News: Alê rumo ao milésimo
Para registrar o alto nível do futebol dos integrantes da Click Futebol Ou Não Clube, toda sexta-feira vamos postar um review sobre o evento mais aguardado pelos peladeiros de plantão: o futebol de quinta.
Ontem o jogo foi de um time só. A menor diferença no placar foi de três gols, isso quando o time vencedor dava gols de presente para o adversário. A estrela da partida foi o Alê e por isso vou deixar para falar dele no final.
Por falar em estrela, Chuck prova a cada rodada que joga como se 20 fotógrafos estivessem acompanhando seus passos. Com um companheiro livre para fazer o gol, debaixo da trave e sem goleiro (se bem que por ser quem era não havia garantia de que o gol seria feito), o Barbie mais novo deu uma de Ronaldinho Gaúcho: olhou para um lado e tentou dar um ovinho (ou rolinho, ou caneta, ou passar a esfera no meio dos membros inferiores, como queiram) em Gigio, mais conhecido como passa o mouse mas não a bola. Sem sucesso.
Venkli, no seu melhor estilo “delicado”, por um momento esqueceu onde estava a bola e quis fazer embaixadinha de Rafinha. Levantou o ex-Clicker, que ficou parado no ar. O barulho da dividida pôde ser ouvido na sala de puffs da agência. Felizmente, o rapaz passa bem.
Para apagar essa imagem, Venkli também foi responsável pelo quase-chapéu-mais-bonito-do-mundo. Todos os participantes da pelada torceram para ele não completar a jogada em cima do Edgar. Isso porque seria muito desmoralizante. Ia ferir o orgulho das próximas quatro gerações da família do coitado. Para a felicidade de todos, Edgar tirou a bola.
O gol mais bonito da pelada foi assinado por Mendigo, que ontem estava fantasiado de Zanchini, com a bermuda encostando no tornozelo. De qualquer forma, nosso querido Rogério Flausino encobriu o goleiro com um chute de onde ele está habituado a ficar: do meio da rua. Parafraseando um dos seus sucessos: será que todo diaaaaa vai ser sempre assim? Palmas para ele.
Havia até um placar ambulante no jogo. Apesar de contar de três em três gols, Dennis fazia questão de avisar aos companheiros o resultado. Ele ainda está achando que foi 37 a 0.
E agora, o nome do jogo: Alexandre “O Não Tão Grande” Lima. Estava com fome o rapaz. Depois do pombo sem asa do Mendigo, engoliu dois frangos inacreditáveis. Reconhecidamente um bom goleiro, ontem ele não estava no seu dia. Porém, a chance de calar os críticos estava por vir. Lesionado, Márcio foi para o gol e Alê se viu obrigado a jogar na linha. A torcida se levantou. As câmeras estavam nele. Era hora de se consagrar. Pena que ele esqueceu de combinar isso com seu preparo físico. No primeiro avanço ao ataque, caiu sentado no chão com câimbras. Como não havia mais reservas, a estrela da partida forçou o fim do futebol. É, fica pra próxima.